Criar uma holding familiar envolve alguns custos que devem ser considerados, mas que, quando planejados adequadamente, podem ser uma excelente opção para o futuro financeiro da sua família. Entre os custos iniciais, destaca-se o pagamento do ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis), caso haja a integralização de imóveis no capital da holding. Além disso, ao realizar a doação de quotas aos filhos, será necessário o pagamento do ITCMD (Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação), que varia conforme o valor das quotas e a legislação estadual.
Outros custos incluem as custas de registro na Junta Comercial, necessárias para formalizar a constituição da holding, além das custas de cartório de registro de imóveis, caso a holding envolva a transferência de bens imóveis. Também é importante contratar um Contador, que auxiliará na criação e administração da holding, garantindo que toda a parte fiscal e contábil seja feita corretamente, o que envolve uma taxa de prestação de serviços.
Embora esses custos possam ser significativos no início, eles são compensados pela organização patrimonial, otimização tributária e a redução de custos com inventários, que são bastante elevados em comparação com a criação da holding familiar e disputas entre herdeiros no futuro. Com um planejamento adequado, a criação de uma holding familiar se torna uma estratégia inteligente para garantir a proteção e a continuidade do patrimônio da sua família.